Revisão abrangente do tratamento farmacológico do TDAH, abordando eficácia de estimulantes (anfetaminas e metilfenidato) e não-estimulantes, com análise de efeitos colaterais, segurança cardiovascular e efeitos neurobiológicos. Evidências mostram redução significativa de sintomas e melhora funcional, além de diminuição de eventos adversos como lesões e acidentes.